A Lagoa do Bebedouro é um importante reservatório de água localizado na área urbana de Parnaíba, foi recentemente transformado no Parque Ambiental Lagoa do Bebedouro e está situada entre os bairros São Vicente de Paula, Santa Luzia e Bebedouro, seu acesso principal é pela estrada de Rosápolis.
De acordo com o Google Earth, a lagoa tem 1,24 quilômetros de extensão, tem uma área alagada em torno de 25,92 hectares e um perímetro de 3,16 quilômetros.
A lagoa é muito usada para a pesca, principalmente a de subsistência. Nos últimos anos, o seu entorno tem recebido investimentos de melhoria da infraestrutura, tornando-se mais um atrativo turístico da cidade de Parnaíba.
Flutuante para recepção aos turistas. Foto: Gerson Meneses.
Apesar de já bastante urbanizada, a Lagoa do Bebedouro mantém uma mata ciliar parcialmente preservada, com muita vegetação alagada, nestes locais existe um ecossistema vivo, com vários exemplares da fauna e da flora típicos da região.
Visão geral da lagoa, a partir da estrada de Rosápolis. Foto: Gerson Meneses.Á direita, a estrada de Rosápolis no bairro São Vicente de Paula, é a principal via de acesso à lagoa.
No dia 9 de maio de 2025, fiz uma caminha por todo o entorno a lagoa, fotografando aves.
As fotos estão a seguir.
Garça-branca-grande (Ardea alba).Garibaldi (Chrysomus ruficapillus).Galinha-d’água (Gallinula galeata).Jaçanã (Jacana jacana).Garibaldi (Chrysomus ruficapillus).Japacanim (Donacobius atricapilla).Curutié (Certhiaxis cinnamomeus).Freirinha ou lavadeira-de-cabeça-branca (Arundinicola leucocephala).Rolinhas-fogo-apagou (Columbina squammata).Japacanim (Donacobius atricapilla).O vôo do biguá (Nannopterum brasilianum).Garça-branca-pequena (Egretta thula) e Galinha-d’água (Gallinula galeata).Andorinha-do-rio (Tachycineta albiventer).Martim-pescador (martin pescador), levando a sua presa.Garça-branca-grande (Ardea alba).Quero-quero (Vanellus chilensis).
F Gerson Meneses é natural de Piracuruca – PI, professor de informática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFPI / Campus Parnaíba – Piauí; Pós-Doutor em Arqueologia; Doutor em Biotecnologia; Mestre em Ciência da Computação; Especialista em Banco de Dados e em Análise de Sistemas; Bacharel em Ciência da Computação; Pesquisador em Computação Aplicada, destaque para pesquisas na área de Computação Visual com temas voltados para a Neurociência Computacional, onde estuda padrões em imagens do cérebro e Arqueologia Computacional, com estudos destinados ao realce, segmentação e vetorização de imagens de arte rupestre, incluindo a fotogrametria. Ganhador do Prêmio Luiz de Castro Farias (versão 2024), promovido pelo IPHAN, como melhor
Artigo Científico sobre a Preservação do Patrimônio Arqueológico brasileiro. Escritor, poeta, fotógrafo da natureza, colaborador do impresso "Piauí Poético" e de várias coletâneas, entre elas o "Almanaque da Parnaíba" e a série "Piauí em Letras".
Autor de várias obras, destaque para o livro "Ensaio histórico e genealógico dos Meneses da Piracuruca" (2022).
É idealizador e mantenedor do Portal Piracuruca (www.portalpiracuruca.com) e do periódico impresso Revista Ateneu (ISSN 2764-0701). Ambos os projetos existentes desde 1999 com a mesma finalidade, que é divulgar a exuberância de cenários, a cultura, a história, os mistérios, a pré-história, as lendas e as curiosidades do Piauí.
Desenvolve desde 2018 o Projeto Artes do Bitorocaia (www.portalpiracuruca.com/artes-do-bitorocaia/) que tem por objetivo o mapeamento e catalogação dos sítios arqueológicos com registros rupestres existentes no Piauí.